quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Vou dar uma pequena pausa na minha saga para registrar dois fatos interessantes que ocorreram ontem e hoje na faculdade. Ontem, foi um dia praticamente apocalíptico para quem costuma frequentar o período noturno da FCL, haha, explico: exatamente no momento em que eu chego no prédio, PUNF, acontece um blackout. Caracas! Foi uma loucura, todo mundo gritando, gente tropeçando, só faltou um dilúvio ou uma besta, o cenário era perfeito até mesmo para algum maníaco psicopata de filme americano sair matando a galera. Mas enfim, nada disso ocorreu (talvez a história ficasse mais interessante), e quando meus olhinhos verdes já haviam se acostumado com a falta de luz e eu pude finalmente ver alguém conhecido, dei a ideia de contarmos histórias de terror, pena que todo mundo já tava indo embora e só deu para escutar uma históriazinha arrepiante. E hoje, bem, vejamos... Não tivemos aula de Lingüística, logo, os maiores cachaceiros/sinuqueiros/arruaceiros da turma resolvemos (sim eu me incluo nessa) ir pro bar... O resultado no final da noite foi: onze pessoas dentro de um carro voltando rindo para a FCL. Foi divertido demais!
Beijos para todos que estavam la, porque... quem viu... viu!

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Festival InterUNESP de MPB (Parte 2)

Já que eu não tenho nada melhor para escrever, vou continuar contando a minha saga na longínqua Ilha haha... Primeiramente devo dizer que desde o momento em que a Chuá e eu acordamos às 10 hs do dia 12, tudo foi só alegria, ou, quase tudo... Naquela manhã de calor infernal levantamos e fomos numa padaria X que tem uns salgados gigantescos comer (eu não comi nem metade do meu salgado). Depois, com aquele espírito de aventureiras fomos explorar a cidade (ou seja a única e principal avenida que ela possui hahaha) até chegarmos na UNESP para comprar nossos pacotes dos shows... Agora imaginem a minha alegria em pagar 35 reais para ver Mombojó, Mutantes, Arnaldo Antunes, Móveis Coloniais de Acaju, Ventania e Los Hermanos (tá, é o cover, mas valeu a pena... Preciso dizer? Tocam LH CARALHO!) enfim, sabem o que é pagar uma média de 5, 85 em shows desse nível? Meu sorriso foi tão imenso que acho que os lábios tocaram nas orelhas, aliás, foi tão imenso que acho que deram uma volta de 360 graus em torno da cabeça haha. Depois dessa alegria toda, minha fiel companheira e eu partimos em nossos cavalos (ops) tá, fomos a pé mesmo, até a República que nos abrigou tão confortavelmente para finalmente conhecermos o Sandro, nosso "anfitrião". Há! Dizem que a primeira impressão é a que fica né!? Pois então, se eu pudesse dar uma dica para todo mundo seria: não se envolvam com o Sandro que esse menino é sujeira... Percebi isso logo de cara... Hahaha! Afinal, o que se pode esperar de um corinthiano? Hahaha! Ok, a brincadeira não cola né? A verdade é que apesar de não ter esperado a gente chegar na madrugada e de ser corinthiano não haveria a possibilidade de não se encantar com a simpatia infinita desse menino. E eu só tenho a agradecer pela estadia e pelos cuidados(não deve ser fácil aturar duas bebadas gorfando no seu banheiro) que esse moço, aspirante a engenheiro (ae mulherada nem adianta acenderem os rabinhos que eu já falei que quando ele ficar rico vou casar com ele) teve com duas desconhecidas de Araraquara... Valeu pessoa! Agora chega de melação, e vamos para o que interessa...

Aliás, vou parar por aqui que não aguento mais escrever essa joça!

[continua no próximo capítulo]

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Festival Interunesp de MPB (parte I)

Eu preciso contar a minha saga de três dias em Ilha Solteira senão posso sufocar por não compartilhar minha experiência com as pessoas... Acho, que só pelo cartaz já da para ter uma leve (bem leve) noção do que me aguardava dia 12 de setembro... Mas vejamos, as coisas devem ser contadas do início senão perde a graça. Primeiramente, para quem não sabe, Ilha Solteira não é a beira mar, mas sim onde o vento faz a curva, bem na divisa do estado de São Paulo com Mato Grosso do Sul, ou seja, é longe para caralho! Por isso, para aproveitar cada segunda, o Heitor, o PH, a Chuá e eu, juntamente com mais dois carros de uma galera aleatória, partimos de Araraquara rumo ao paraíso às 23 horas do dia 11 de setembro. A viagem foi longa ( 5 horas mais ou menos) mas a diversão já começou no carro, com direito a cabana de lençol, para excluir o Heitor que era o motorista, e ficava zuando a gente o tempo todo... Depois de umas horas, o cansaço falou mais alto e eu capotei no sono, e só fui acordar em Jales (pois é, Jales existe, eu nem acreditava quando a Pucca, colega de quarto me contava haha!) Mas enfim, alguns kilometros a mais foram rodados, e quando eu menos espero, eis que surge, atrás da lua, um letrero grande escrito ILHA SOLTEIRA... Sério, eu fiquei muito feliz de chegar àquela cidadezinha admirável, planejada, linda, que tem uma caixa d'água em formato de prego, uma nave espacial gigante, uma guitarrona em frente a uma loja de discos, e uma estrela de 8948504 pontas em frente ao Campus da UNESP haha. E adivinhem caros amigos, onde foi o primeiro lugar que paramos ao chegar lá? No Bar claro! Duas cervejas bem geladas para comemorar a chegada... Do bar fomos para República do Sandro, um amigo virtual (agora não mais), amigo de um amigo meu haha, que cedeu um espacinho do seu lar para as humildes unespianas loucas... Porém, como nós chegamos em um horário um tanto quanto tarde para o que estava previsto, o moço tava dormindo, e ai eu fiquei com a cara no chão né, porque o amigo dele que abriu a porta para gente nem ao menos sabia que essas pobres meninas iam ficar por lá... Ainda bem que deu tudo certo, arrumamos nossas tralhas e dormimos nos colchões sujos de outros amores (piadinha interna, só para VOCÊ entender) para acordamos bem dispostas para a loucurada que nos aguardava naquela tarde...

[continua...]
(PS: Eu lembro que sonhei que o Marcelo Camelo tava no show do LH cover, hahaha)

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Meu endereço aqui em Araraquara é: Avenida Luís Vaz de Camões, número 848, Vila Progresso... À algumas quadras de onde Mário de Andrade escreveu Macunaíma, ou seja, estou no endereço mais do certo para uma estudante de Letras, né!? Como se não bastasse a minha República chama Pandora, o que me estimulou muito a fazer um trabalho sobre a dita cuja para a aula de Grego... Seria isso um sinal divino para eu desistir de uma vez do tal do Jornalismo e entrar de cabeça no estudo da Literatura?

domingo, 31 de agosto de 2008

O Teatro Mágico


Como diria o Fernando Anitelli, aquele foi um show para encontrar pessoas raras... Pessoas raras que preferem ir privilegiar a verdadeira arte independente a assistir TV, enquanto engorda no sofá. O show foi lindo, e eu sinceramente quase chorei ao som de "Ana e o Mar", pode ser brega, e extremamente piegas, mas...
Que a poesia prevaleça sempre!

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Vida de República

Eu nasci para viver com bastante gente. Calor humano é algo que não pode faltar em minha vida... E talvez por isso esteja sendo tão bom morar com mais oito malucas que eu nunca tinha visto na vida, e que agora já fazem parte da fase mais louca dela. É claro que aglomeração de mulher também tem seus problemas: tpm, menstruação, histeria, e outras coisas mais... Mas no geral morar numa República como a Pandora esta sendo único para mim, seja na questão do aprendizado, seja na diversão (e quanta né meninas!?)...
Semana passada eu havia estado em Taquarituba, minha terra natal, e tive uma surpresa ontem quando cheguei de viagem... Á primeira vista achei que havia acontecido uma guerra em Araraquara e que a minha Rep havia sido o único lugar bombardeado... Explico: a mesa de pimbolim (sim, nós temos uma) esteva no jardim juntamente com uma churrasqueira improvisada, uma mesa de ping-pong, duas garrafas de breja quebradas e uma sujeira que eu nunca vi na vida. Pensei: alguma coisa aconteceu, e eu queria ter estado aqui! Passado o primeiro choque eu entrei nesse meu segundo lar e vejo alguns colchões espalhados pela sala, vou avançando mais um pouco e na cozinha encontro mais breja, mais sujeira e um cavaquinho, um pandeiro e uma timba... Nesse momento eu tenho mais do que certeza que eu deveria ter voltado antes de Taquarituba... Passam-se trinta minutos mais ou menos e logo chega uma galera bebada fazendo arruaça, e ai eu descubro tudo o que aconteceu: no fim de semana uma República masculina de Rio Claro, amigos de bons tempos das meninas e mais recentemente amigos meus também dormiram aqui, fizeram um som, beberam e tudo o mais. Claro que eu fiquei triste por ter perdido essa, mas ainda tive tempo de curtir um pouco... Comemos pão de ló, rimos, cantamos, e o Santista fez o pior macarrão que eu já comi na vida... Como se não bastasse tudo isso para um domingo, para fechar a noite, ainda recebemos uma serenata, afinal seria brexa demais morar em um sobrado e nunca ter recebido uma serenata, né!? Foi muito bom! É por essas e outras que eu não troco a minha vida de "repera" por nada... Você conhece pessoas, faz multirão para cozinhar, empresta roupa para ir para a festa (né Chuá? amanhã eu vou vestida de você e você vestida de mim), vê filme com uma galera enorme, e principalemente tem histórias para contar pros seus filhos e netos...

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Curso de Gramática

O foda de fazer um curso de Letras é que você já naum aguenta maix kem iscreve erradu nu msn...
Sério, me irrita demais os analfabetos virtuais, e isso antes mesmo de eu virar uma universitária chata. Talvez agora eu só tenha um pouco mais de "moral" para falar desses infelizes.
Pode parecer estranho e até mesmo contraditório, mas eu nem me importo com os gerundismos de telemarketing (- vou estar transferindo), e simplesmente DESPREZO kem iskreve axim... Talvez porque o primeiro caso seja apenas um processo de transição, afinal a língua oral é algo vivo que se transforma continuamente, e fala sério, ninguém fala perfeitamente o português no dia-a-dia, com suas concordâncias e todas aquelas regras gramaticais. Agora, escrever em outra língua e dizer que é português já é avacalhação, né gente!?

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Juno


Quem viu? Quem amou a trilha sonora?
Eu!